o que nem sempre é dito, mas deveria ser

Todo político brasileiro vira estadista quando morre. Os obituários são pródigos em elogios. Mas há apenas duas coisas que acho que fizeram a marca de Itamar: o topete estilo aloprado e o carnaval da garota sem calcinha. É verdade que há uma grande realização: a estabilização da moeda, mas os louros dessa proeza foram atribuídos a FHC, que os usou para se eleger presidente. Graças a Itamar, FHC pode, mais uma vez, brincar de deus e moldar o mundo como lhe agradava.

Uma das bizarrices de Itamar foi a volta do fusca, um carro ultrapassado. O mais estranho foi a montadora ter atendido ao pedido presidencial, coisa impensável em qualquer outro lugar do mundo. Será que houve alguma troca de favores nisso?

A relação do político mineiro com as mulheres era bem ao estilo de um presidente de uma República de Bananas. Adorava desfilar com namoradas que tinham idade para serem suas filhas, ou mesmo netas. Virou piada em todo o mundo ao convidar uma mulher sem calcinha para o camarote presidencial no Sambódromo.

Mas em questões políticas, Itamar sempre foi bem discreto. Será por isso que hoje o chamam de estadista?

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Comentários em: "O topete e a garota sem calcinha" (3)

  1. Herval Junior disse:

    Entrei pra ver a mulher sem calcinha e me dearei com o topete. Hehe !
    O FHC tem muito a agradecer ao ITAMAR , eu , nem tanto …
    Bjus !

  2. Herval Junior disse:

    Errata : deparei

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