o que nem sempre é dito, mas deveria ser

Viva Sakineh

O Irã planeja executar a jovem Sakineh Mohammadi Ashtiani amanhã, 3 de novembro, segundo denúncias do Comitê Internacional contra Apedrejamento, uma organização não governamental que luta para abolir essa prática cruel do mundo. Vamos tentar ajudar a salvar Sakineh aderindo ao abaixo-assinado digital no link  http://freesakineh.org/. O documento é endereçado às autoridades islâmicas e já tem mais de 350 mil assinaturas.

Segundo explica o documento, a viúva Sakineh foi condenada à morte em 2006 por uma corte islâmica por prática de adultério, mas sem especificar com quem ela teria se relacionado. A condenação foi feita em cima de uma confissão, que Sakineh sustentou ter sido feita sob tortura por ocasião de seu julgamento. Dois dos cinco juízes que atuaram no julgamento não condenaram a iraniana porque não havia evidências, nem testemunhas, do adultério que ela teria cometido.

Diante da indignação internacional pelo condenação ao apedrejamento por adultério de alguém que já não tinha marido (ela tinha se tornado viúva antes do fato de que a acusavam), a corte argumentou que a sentença devia-se não ao adultério, mas à participação de Sakineh na morte de seu marido, caso que tinha sido examinado por outro tribunal sem que tivesse sido decidida a execução de alguém.

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