o que nem sempre é dito, mas deveria ser

Desde pequena ouço a frase acima. Parece um retrato do Brasil, onde muito se diz, mas a verdade é que são apenas palavras ao vento. Isso vale para a imprensa tupiniquim, que gosta de exibir o rótulo de combativa, independente, honesta e outros epítetos do gênero. Defendem a democracia, mas só da porta para fora.

O episódio mais recente é o da colunista Maria Rita Kehl, demitida após um artigo provocador. Maria Rita disse a verdade e, com isso, colocou o dedo na ferida de uma parcela de privilegiados desse país. Eles costumam se dizer contra a escravidão, por exemplo, mas tratam seus empregados domésticos como escravos. Aliás, os trabalhadores das empresas de comunicação sempre foram tratados como escravos, que trabalham de sol a sol, sem descanso.

Talvez Maria Rita Kehl devesse analisar isso melhor. Eu, com meus parcos conhecimentos de psicanálise, diria tratar-se de um caso de esquizofrenia, uma dissociação da percepção com a realidade.

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